Vogal do Conselho Editorial: licenciada em sociologia pelo ISCTE-IUL. Pós-graduada em Gestão de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho pelo ISCSEM. Pós-Graduada em Sistemas Integrados, Qualidade, Ambiente, Segurança e Responsabilidade Social. Técnica Superior de Segurança numa empresa do setor aeronáutico. Docente universitária. Foi a facilitadora do primeiro curso sobre a segurança comportamental em Portugal. Gestora de Segurança (Security), certificada pela ANAC (Autoridade Nacional da Aviaçao Civil). É formadora certificada de segurança (securiy) de aviação, com experiencia em Aeródromos e Navegação Aérea. Diretora-Executiva da Revista Segurança Comportamental e da PROATIVO, Instituto Português.  

O tipo de relações de confiança e o compromisso visível da organização vai determinar a nomeação e seleção dos observadores comportamentais ou preventivos. Estes observadores assumem várias funções, que seguem o PDCA de Deming. É obrigatório os observadores comportamentais preventivos de segurança terem formação educativa. O procedimento das suas observações deve incluir um ponto sobre motivação aos próprios observadores.

Os grandes avanços verificados, nos últimos anos, nas ciências da formação demonstram que o termo andragogia é uma das vias de melhoria da qualidade das práticas formativas. No entanto, a andragogia continua a ser praticamente desconhecida, e até ignorada. Continua-se a dar formação a adultos segundo o método utilizado em crianças, com base na pedagogia. Afinal, nas empresas trabalham crianças?

A nova norma ISO 45001, sobre a gestão da segurança e saúde no trabalho, aproxima-se mais ao fator humano e aos programas BBS (Behavior Based Safety). Os novos conceitos da ISO 45001, como por exemplo o “contexto da organização”, “necessidades e expetativas das partes interessadas”, “liderança e compromisso”, “riscos e oportunidades” podem atingir a eficácia, característica intrínseca à norma, assim como, a eficiência, através da integração de um programa BBS.

SUMÁRIO 10

06 | SOCIEDADE
06 | CONDUÇÃO/DIREÇÃO DEFENSIVA
Condução/direção defensiva: uma escolha de cada empresa e de cada cidadão
Andreza Araújo
09 | RESPONSABILIDADE SOCIAL
Saúde e segurança: um desafio societal
Mónica Freitas, Ivone Costa

13 | TRABALHO
13 | SETOR CALL CENTRES
Riscos psicossociais em contact centres portugueses
Isabel Roque
15 | SETOR INDUSTRIAL
Desenvolvendo cultura de segurança por meio de oficina de melhoria das condições de trabalho
Gilmar Roberto Tavares, Luciano Nadolny
18 | SETOR INDUSTRIAL
Estudo de caso sobre a eficácia de programas de segurança comportamental
Mariana Cassola Theobald
22 | SETOR FERROVIÁRIO
O erro humano e mindfulness
Ángel Martínez Ortiz, Francisco Ortiz Nasarre
24 | SETOR AUTOMÓVEL
Comportamentos seguros numa empresa do setor da indústria automóvel
Maria Manuel Crispim, Anabela Correia

28 | CONSIDERAÇÕES TEÓRICO-PRÁTICAS
28 | CULTURA DE SEGURANÇA
O impacto dos fatores culturais na cultura de segurança e a proliferação dos riscos psicossociais
Daniela Lima, José Manuel Palma - Oliveira, Miguel Pereira Lopes
31 | INDICADORES
Gestão cruzada dos indicadores em segurança do trabalho aplicado ao desenvolvimento de uma cultura de produção segura
Maria Quaresma de Araújo
34 | EDUCAÇÃO
Repensando os métodos de educação para o comportamento seguro
Juliana Bley
37 | NORMA ISO 45001
Norma ISO 45001 e o programa BBS (behavior based safety) português
Natividade Gomes Augusto
44 | RISCOS PSICOSSOCIAIS
Metodologia de avaliação psicossocial em saúde e segurança no trabalho
Graziela Alberici

 

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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