REVISÃO DAS GRADES CURRICULARES NA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, NO BRASIL

11 março 2022
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Author :   Heloísa Guimarães
HELOÍSA GUIMARÃES | Graduada em Administração de Empresas. Pós-graduada em Engenharia de Segurança do Trabalho. MBA em Gestão de Pessoas Carreiras, Liderança e Coaching. | atendimento@heloisaguimaraes.com.br Guimarães, H. (2022). Revisão das grades curriculares na formação dos profissionais de segurança do trabalho, no Brasil. Revista Segurança Comportamental, 15, 31-36. GA, Lda. Lisboa. Portugal

Houve necessidade de revisão das grades curriculares na formação dos profissionais de segurança do trabalho, no Brasil, de forma a se integrar temas relacionados com os fatores organizacionais e humanos. Foram incluídos na proposta diversos subtemas e testados tanto em contexto académico como em contexto empresarial. Os resultados foram muito positivos focando uma visão sistêmica, como por exemplo maior sinergia entre as áreas, melhoria dos processos, mais empatia, mais compromisso e envolvimento, melhor comunicação, entre outros.

INTRODUÇÃO
Com a crescente demanda de trabalho no mercado vivenciamos um grande desafio na realidade prática das empresas em relação aos profissionais do SESMT – Serviço Especializado de Medicina e Segurança do Trabalho. Nota-se uma baixa oferta de profissionais adequadamente capacitados em lidar com pessoas, para desenvolvimento e evolução do nível de consciência dos trabalhadores sobre as temáticas de gestão de saúde e segurança.
Grandes avanços relativos a aspetos ambientais, tecnológicos, legais e organizacionais foram alcançados, mas ainda há muito a ser feito, principalmente com relação aos aspetos práticos e humanos dos processos de saúde e segurança do trabalho.
Durante 20 de anos de experiência na área de segurança e saúde no trabalho, o que observamos, no Brasil, é que os profissionais da área de segurança do trabalho ainda precisam evoluir como influenciadores para a evolução de mais e melhor segurança e saúde no trabalho, uma vez que atualmente ainda se encontram em parte no papel de “fiscalizadores”. Essa perceção de que a norma, o padrão, o procedimento, a regra precisa ser cumprida a qualquer custo, pode comprometer a qualidade do trabalho de gerenciamento e antecipação de riscos, cooperação, engajamento e da perceção de senso de dono que os trabalhadores aprendizes precisam ter. Sabemos que as empresas são organismos vivos, pois são compostas por pessoas e é importante trabalhar este viés holístico e sistêmico das organizações, pois desta forma as pessoas de fato serão consideradas como “a solução” e por isso estarão no centro da estratégia e não um “mal necessário”.
Os profissionais de segurança do trabalho e principalmente os líderes precisam saber lidar com pessoas e para isso necessitam de uma base estruturada de educação e formação para que alcancem os conhecimentos e as habilidades necessárias relacionadas com os fatores organizacionais e humanos, com o objetivo de estarem preparados para as necessidades atuais das empresas. Esses profissionais tramitam em todas as áreas das empresas e se relacionam com todos os níveis de uma hierarquia organizacional, desde a execução até a alta direção. O seu poder de influência para conseguir cooperação dos trabalhadores na realização de ações efetivas de antecipação de riscos é imprescindível.
Segundo Juliana Bley (2014) os riscos de implementar conceitos e técnicas psicológicas nos processos de intervenção sobre os grupos de trabalhadores sem a devida consciência do alcance das suas implicações podem constituir-se na obtenção de resultados insuficientes, na ausência de alterações nas situações de intervenção, na provocação de situações contrárias aos objetivos propostos (fortalecimento de resistências) e, até mesmo, na influência sobre o desequilíbrio emocional dos participantes do processo.
Desta forma, a relevância deste assunto tem sido tão expressiva que se identificou uma oportunidade de evolução estruturada no processo de educação dos aprendizes dos cursos de formação de profissionais de segurança do trabalho.

PROPOSTA
Um comitê técnico (1) em Serra, Espírito Santo – Brasil, foi criado em fevereiro de 2021 para iniciarmos a estruturação da proposta. Neste sentido, concretizamos uma proposta de inserção de uma ementa complementar sobre fatores humanos na segurança do trabalho junto às instituições de ensino para os cursos de técnico de segurança do trabalho e engenharia de segurança do trabalho.
Esta emenda tem como objetivos alavancar o poder de influência dos profissionais de segurança no trabalho perante gestores e trabalhadores, no sentido de através do desempenho organizacional e humano atingir a excelência em segurança e saúde.
Uma vez criada a proposta, realizamos de abril a junho de 2021 a apresentação desta a alguns órgãos competentes sendo estes: Associação Capixaba de Engenharia de Segurança do Trabalho – ASCEST, Associação Nacional de Docentes de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANDEST e Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANDEST.
Após a apresentação desta proposta à ASCEST, recebemos um convite para aplicar um projeto-piloto na Universidade de Vila Velha – ES, Brasil, para o curso de pós-graduação em engenharia de segurança do trabalho para a matéria de psicologia aplicada à segurança do trabalho.

PROJETO-PILOTO DESENVOLVIDO NA INDÚSTRIA SIDERÚRGICA
Entre maio até dezembro de 2021, realizamos o primeiro projeto-piloto dentro de uma empresa de grande porte do ramo siderúrgico na cidade de Serra – Espírito Santo, através de uma empresa prestadora de serviços em um contrato de revestimento refratário na área da Coqueria.
O objetivo deste trabalho foi potencializar o desenvolvimento dos profissionais atuantes nos cargos de alta e média liderança, profissionais de segurança do trabalho (técnicos e engenheiros) e equipes de execução, potencializando suas capacidades e habilidades de gestão de pessoas e relacionamento interpessoal na temática de segurança do trabalho.
Após o diagnóstico sobre o clima e a perceção dos trabalhadores em saúde e segurança do trabalho, elaboramos um plano de intervenção, composto por workshops de segurança para alta liderança (Tabela 1), treinamentos de segurança para média liderança (coordenadores, engenheiros, supervisores e encarregados) (Tabela 1) e os profissionais de SESMT - Técnicos e engenheiros de segurança do trabalho, médico do trabalho, e enfermeiros do trabalho (Tabela 2) Para as equipes de execução propomos campanhas de segurança com alto impacto emocional positivo todas em analogia aos assuntos de segurança (Tabela 3), pois identificamos uma alta rotatividade deste público na empresa e pouco tempo para incorporação das crenças e valores existentes na empresa e possibilidade de desenvolvimento na maturidade da cultura.
Para todos os treinamentos realizados, criamos grupos de trabalho de melhoria continua nos processos na área para deteção, elaboração e implementação de ações preventivas de segurança, em foco na antecipação de riscos.
Deste marco em diante, observamos que os próprios líderes e SESMT realizavam ações junto aos trabalhadores, multiplicando os conhecimentos adquiridos no ambiente de aprendizado. Percebemos que os trabalhadores ficaram mais unidos, interagidos, interessados sobre os assuntos e recetivos às intervenções de segurança realizadas.

Tabela 1 – Conteúdo programático de workshops de segurança para a alta liderança (gestores) e de treinamentos para a média liderança (coordenadores, engenheiros, supervisores e encarregados)
1 - Liderança e Segurança do Trabalho
2 - Confiabilidade Humana x Confiabilidade Operacional
3 - Comportamento Humano x Comportamento Seguro
4 - Gestão de Conduta (Reconhecimento x Punição)
5 - Trabalho em Equipe (sinergia, engajamento, colaboração, cooperação)
6 - Andragogia em Práticas Educativas (DDS - diálogos diários de segurança, abordagem de segurança, análise de risco, reuniões de segurança).
7 - Como desenvolver Competências Sociais e de Relacionamento (inteligência emocional)
8 - Gestão de Pessoas x Motivação x Entusiasmo
9 - Clima e Cultura de segurança (curvas de mudanças e organização)
10 - Comunicação e Oratória
11 - Nova Visão de Saúde e Segurança

 

Tabela 2 – Conteúdo programático para treinamentos de técnicos e engenheiros de segurança, médico e enfermeiro do trabalho (SESMT)
1 - Comportamento Humano x Comportamento Seguro
2 - Comunicação e Oratória
3 - Confiabilidade Humana x Confiabilidade Operacional
4 - Trabalho em Equipe
5 - Andragogia em Práticas Educativas (DDS - diálogos diários de segurança, abordagem de segurança, análise de risco, reuniões de segurança)
6 - Gestão de Conduta (reconhecimento x punição)
7 - Como desenvolver Competências Sociais e de Relacionamento (inteligência emocional)
8 - Gestão de Pessoas x Motivação x Entusiasmo
9 - Ferramentas de Gestão de Segurança
10 - Nova Visão de Saúde e Segurança

 

Tabela 3 – Programa de campanhas de segurança realizadas com as equipes de execução
1 - Cuidado Ativo x Vigilância Compartilhada
2 - Comportamento Seguro x Atitude Segura x Perceção de Riscos
3 - Abordagem de Segurança Comportamental
4 - Diálogo Diário de Segurança - DDS
5 - Saúde Mental
6 – Família

RESULTADOS OBTIDOS
Os resultados percebidos neste trabalho foram: maior perceção da liderança sobre os fatores humanos, mais empatia da liderança e do SESMT junto as partes interessadas, visão sistêmica e holística sobre as questões de segurança na empresa, maior sinergia entre as áreas de RH, SESMT, Suprimentos, Logística, dentre outras para trabalhos direcionados a melhoria dos processos. Os treinamentos foram revisados com adequação à metodologia andragogica, os diálogos de segurança passaram a ser conduzidos por todos da equipe e não somente pelo SESMT. Desta forma foi compreendido como o conhecimento do trabalhador é importante no processo, fazendo toda a diferença nas ações de gerenciamento de riscos com foco na antecipação mais eficazes que garantam menor frequência de falha.
Visualizamos como os líderes e SESMT começaram a trabalhar sua própria autorregulação face às pressões por produção, de forma a favorecer aqueles comportamentos desejáveis neste processo de relacionamento interpessoal para garantia de cooperação e colaboração junto aos trabalhadores.

PROJETO-PILOTO ACADÊMICO EM UMA UNIVERSIDADE
Entre junho até setembro de 2021, fizemos o segundo projeto-piloto em uma universidade em Vila Velha – Espírito Santo, Brasil, com o objetivo de preparar os aprendizes do curso de pós-graduação de engenharia de segurança do trabalho para o mercado, potencializando suas capacidades e habilidades emotivas e cognitivas em relação aos fatores organizacionais e humanos aplicados à segurança do trabalho.
Esse projeto está pautado nas metodologias andragogica e heutagogica. Enquanto a educação convencional, suportada pela ciência pedagógica, voltada para crianças, o professor é a pessoa que sabe o que será ensinado e elabora os conteúdos para os alunos, na ciência andragogia, o educador passa a exercer uma função de facilitador, auxiliando e motivando seus aprendizes.
A andragogia vem do grego “andrós” que significa homem adulto e “agogus” que significa conduzir, guiar. Assim, podemos entender como a ciência e arte de apoiar seres humanos adultos a aprenderem. Neste contexto, visualizamos o quão complexo é falar sobre segurança do trabalho uma vez que esse aspeto não faz parte da natureza humana. Os seres humanos não foram educados para se prevenirem e sim para sobreviverem (Geller, 2001). Desta forma, entender como o adulto aprende é fundamental para a garantia da perceção, compreensão, aceitação e retenção das informações compartilhadas pelo educador.
Quando realizamos uma breve análise sobre essas metodologias, podemos observar a diferença entre elas através da tabela 4 a seguir.

Tabela 4 - Forma de aprendizagem de cada metodologia

QUEM Determina PEDAGOGIA ANDRAGOGIA HEUTAGOGIA
O QUE Aprender Educador Educador Aprendiz
COMO Aprender Educador Aprendiz Aprendiz


Na generalidade, os adultos são conduzidos pelas suas motivações intrínsecas fortemente influenciadas pelo autodesenvolvimento, a perceção e a aplicação prática dos conteúdos recebidos. Os conhecimentos devem estar relacionados às experiências anteriores do indivíduo, o ambiente deve ser informal e estimulante para que haja intensa troca de experiências entre os aprendizes gerando um clima favorável à aprendizagem (Knowles, 2009).
A heutagogia vem com um viés de ensino mais recente, sendo apresentada em 2000 pelos pesquisadores australianos Chris Kenyon e Stewart Hase. Eles definem este método como uma aprendizagem autodeterminada. A palavra vem do grego “heutós” que significa auto e “agogus” que significa guiar. Assim observamos este modelo onde o próprio aprendiz faz a sua gestão de aprendizagem. Ele identifica o que quer aprender e estrutura a forma que possibilite isso.
Durante a prática educacional, trabalhamos na construção do conhecimento com foco nas metodologias supracitas, criatividade, jogos interativos, relacionamento interpessoal, capacidade de raciocínio dos aprendizes e comunicação.
Elaboramos uma trilha de aprendizagem baseada na analogia dos assuntos de gestão de pessoas à segurança do trabalho, desta forma nomeados esses assuntos como fatores humanos na segurança do trabalho dentro da matéria de psicologia aplicada à segurança do trabalho. Para que os aprendizes pudessem desenvolver mais habilidades emotivas e cognitivas em fatores humanos, foi feita uma proposta de ementa focada na comunicação, gestão de pessoas, relacionamento interpessoal. Assim em ambientes controlados, podemos provocar simulações de situações que possam ocorrer no cotidiano do profissional desta área, para que esses aprendizes desenvolvam essa capacidade de lidar sobre pressão e demais variáveis, sobretudo, com pessoas.
A composição da ementa se deu conforme Tabela 5.

Tabela 5 – Ementa proposta para este projeto-piloto

CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 22h
Comportamento Humano x Comportamento Seguro 4
Segurança diferente x Segurança II 2
Confiabilidade Humana x Confiabilidade Operacional 2
Gestão de pessoas x Segurança Psicológica 2
Comunicação e Oratória 4
Inteligência Emocional 2
Andragogia e práticas educativas de segurança 4
Liderança 2

Os momentos de aprendizagem ocorreram de forma híbrida, o que, contribuiu para trabalharmos também a facilitação on-line. Aplicamos ferramentas como Edupulses, Kahoot e dinâmicas participativas.
Nos espaços de aprendizagem visualizamos a evolução das seguintes habilidades e competências desenvolvidas a partir dos conteúdos ministrados:
- Aplicação de ações de prevenção voltadas ao comportamento seguro e perceção de riscos;
- Autoconfiança;
- Compreensão da importância do sistema de gestão de saúde e segurança;
- Oratória e comunicação eficazes;
- Prática do comportamento seguro dentro e fora do espaço de aprendizagem;
- Humanização da forma de utilização das ferramentas de gestão em saúde e segurança com criatividade e utilização da andragogia;
- Estímulo a escuta ativa para os processos de abordagem, inspeção de segurança, investigação de acidentes, reuniões e demais fóruns de segurança;
- Desenvolvimento da empatia;
- Protagonismo dos aprendizes e profissionais para desenvolvimento de atividades de prevenção de maneira andragogica e co-construtiva;
- Desenvolvimento de análise crítica;
- Potencialização de ações para confiança mútua;
- Trabalho cooperativo na solução de problemas;
- Potencialização da capacidade de aprendizagem;
- Estímulo do convívio e trabalho em grupos para administração de conflitos gerados por essa convivência.
Estimulamos também os aprendizes a colocarem em prática as suas perceções e contribuições.
Trabalhamos as habilidades de relacionamento interpessoal, inteligência emocional e oratória para potencializar a comunicação eficaz. Utilização do ambiente adequado para simulações vivenciais para potencialização de aprendizado. Por fim, proporcionamos o desenvolvimento de habilidades que proporcionem atitudes, comportamentos e hábitos mais seguros tanto em suas vidas profissionais como pessoal e familiar.
Os trabalhos consistiram em apresentar aos aprendizes e profissionais, o conceito de comportamento humano integrado nos fatores humanos e sócio-organizacionais e ferramentas práticas que possam contribuir para potencializar a repetição de comportamentos seguros tornando hábitos seguros. Estas habilidades são úteis para aplicação prática da nova abordagem à segurança (segurança II, segurança diferente), uma vez que o foco é a replicação do positivo, ou seja do sucesso comportamental (Conklin, 2019).
Para cada conteúdo da proposta, o aprendiz realizou atividades de autoaprendizagem, tais como: aulas expositivas, debates, discussões, estudo de casos, leitura de texto, lista de exercícios, técnicas de grupo, apresentações no espaço de aprendizagem com o objetivo de revisar, fixar o conteúdo e estimular a comunicação. O que permitiu ao aprendiz verificar o seu grau de evolução e os pontos a melhorar.
As atividades práticas foram realizadas no espaço e para os exercícios de fixação, disponibilizamos o ambiente virtual de aprendizagem e a correção desses exercícios foi feita nos momentos extra-classes através de atendimento individual ou em grupo, baseado no interesse dos aprendizes.
Tivemos muitos aprendizados e visualizamos mais oportunidades em ambos os projetos-pilotos que consistem basicamente nos seguintes itens:
- Revisão de carga horária acadêmica;
- As campanhas foram muito proveitosas, gerando engajamento notório junto aos trabalhadores;
- A importância da capacitação da liderança e do SESMT para a multiplicação das informações junto aos trabalhadores;
- Possibilidade de inserção de uma matéria específica na ementa ou diluição destes assuntos nas matérias já existentes.

“(...) visualizamos oportunidades em ambos os projetos-pilotos que consistem nos seguintes itens:
- Revisão de carga horária acadêmica;
- As campanhas foram muito proveitosas, gerando engajamento notório junto aos trabalhadores;
- A importância da capacitação da liderança e do SESMT para a multiplicação das informações junto aos trabalhadores;
- Possibilidade de inserção de uma matéria específica na ementa ou diluição destes assuntos nas matérias já existentes."

De acordo com (Conklin, 2019) “(…) primeiro, a nova visão de segurança muda a definição de sucesso. Segurança não é ausência de acidentes, segurança é presença de capacidade. Não melhoramos a segurança eliminando coisas ruins, mas melhoramos a segurança melhorando os nossos sistemas, processos, planejamento e operações” e para isso, precisamos de profissionais capacitados para influenciar os outros na replicação do comportamento seguro. Desta forma, pensamos que teremos como resultados aprendizes e profissionais mais preparados no que diz respeito ao comportamento e fatores humanos aplicados à saúde e segurança no trabalho, com níveis de consciência desenvolvidos para aplicarem daí em diante, como educadores influenciadores e em suas trajetórias profissionais e pessoais. Para potencializarmos os resultados, os trabalhos práticos foram focados em todas as áreas de suas vidas, tanto a nível profissional como psicossocial.
Trabalhar para atuar na causa raiz, que é a revisão da ementa dos cursos de formação técnica e pós-graduação, é essencial para uma capacitação efetiva.

Referências bibliográficas
Conklin, T. (2019). Os 5 princípios do desempenho humano: Uma atualização contemporânea das pedras fundamentais de construção do Desempenho Humano para a nova visão de segurança, 9, 17-18, ed. PreAccident Media, Santa Fe, New México.
Bley, J. (2014). Comportamento Seguro – Psicologia da Segurança no Trabalho e a Educação para a Prevenção de Doenças e Acidentes, Artesã Editora, Belo Horizonte – Minas Gerais
Geller, S. E. (2001) The psychology os safety handbook. 2 ed. Florida: Lewis publishers.
Guimarães, M.H.N; Martins, A.S.M; Gallegos, A.V. (2021). Revisão da ementa dos cursos de formação em segurança do trabalho, Serra – Espírito Santo
Fundação Instituto de Administração (2019). Andragogia: O que é, Objetivos e Técnicas [on-line]. São Paulo. Brasil. Disponível em https://fia.com.br/blog/andragogia/ [acedido em 10 de janeiro 2022]
Beck, C. (2018). A origem do termo Andragogia. [on-line]. Andragogia Brasil. Brasil. Disponível em https://andragogiabrasil.com.br/a-origem-do-termo-andragogia/ [acedido em 10 de janeiro 2022]

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(1) Anna Silvia Vassem Martins é graduada em Psicologia, pós-graduação em Gestão de Pessoas e é Mestre em Administração/Gestão de pessoas. Aygara Vitor Gallegos é graduada em Psicologia, pós-graduação em Gestão de Pessoas e Socorrista em Saúde Mental. Maria Heloísa Neves Guimarães, é graduada em Administração de Empresas, pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e MBA em Gestão de Pessoas Carreiras, Liderança e Coaching. Contamos também com o apoio da Associação Capixaba de Engenharia de Segurança do Trabalho – ASCEST, Associação Nacional de Docentes de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANDEST e Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANDEST.

Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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